Um sistema matemático e disciplinado que transforma a volatilidade do mercado em oportunidade — enquanto o capital não alocado trabalha no CDI, todos os dias.
Todo o capital começa na renda fixa. O risco só entra quando o mercado cria a oportunidade.
Gatilho de venda claro, objetivo e inegociável. Sem achismo, sem emoção.
Mais de uma década de histórico auditável sem nenhum ano negativo, incluindo 2020.
A estratégia jamais contempla vender com perda. O tempo trabalha a favor do capital.
Cada pilar está ancorado na ciência comportamental e na teoria moderna de portfólios — não em achismo de mercado.
Ninguém consegue prever o próximo crash. Mas sabemos com certeza que ele vai acontecer. A estratégia não tenta adivinhar o futuro — ela se posiciona para lucrar com qualquer cenário de queda, independente da causa.
O cérebro humano é programado para vender no pânico e comprar na euforia — exatamente o oposto do que maximiza retorno. Ao operar com regras predefinidas, a estratégia elimina o Sistema Intuitivo da equação.
Enquanto as "mãos" não estão no mercado de risco, elas trabalham no CDI — todo o tempo. Cada ciclo completo gera lucro líquido em renda variável, somado ao CDI da parcela em caixa. Dois vetores de retorno operando simultaneamente.
Ibovespa e S&P 500 refletem a produtividade e o crescimento de economias reais. Por isso a estratégia nunca vende no prejuízo: o tempo, aliado a um custo médio reduzido pelas compras em queda, elimina o risco de perda permanente.
Cada modalidade define o ponto de entrada no mercado e o número de tranches disponíveis. A escolha depende do perfil e do horizonte do investidor.
O capital é dividido em dez tranches iguais. A primeira "mão" entra quando o mercado cai cerca de 3% a partir do nível atual ou próximo da máxima histórica. As demais seguem a cada queda adicional de 3% a 5%.
Indicada para cenários em que o mercado está em nível razoável, sem grande distância da máxima. Mais operações, retornos mais frequentes.
Variante mais conservadora. O capital aguarda no CDI até o mercado recuar 5% da sua máxima histórica. Somente a partir desse ponto as tranches começam a ser alocadas.
Indicada quando o mercado está em patamar elevado. Maior margem de segurança na entrada, preservando mais retorno no CDI enquanto aguarda o gatilho.
O capital é dividido em vinte tranches menores. Intervalos de entrada mais estreitos permitem capturar movimentos menores do mercado com maior frequência, gerando mais ciclos completos por ano.
Indicada para volumes maiores de capital ou perfis que priorizam a frequência de operações e o controle granular da exposição ao risco.
Quatro passos. Zero subjetividade. Critérios definidos antes de qualquer operação.
O capital total destinado à estratégia é dividido em 10 ou 20 frações iguais — as "mãos". Inicialmente, todas as mãos estão no CDI, rendendo a taxa básica todos os dias. Risco zero. Rentabilidade garantida.
Quando o mercado atinge o primeiro patamar de queda definido, a primeira mão sai do CDI e compra ETFs. Se o mercado continua caindo, novas mãos entram a cada patamar adicional. O capital ainda no CDI continua rendendo enquanto aguarda.
Quando o mercado dá um repique de alta, a mão que entrou por último — com o menor preço de compra — é a primeira a ser vendida assim que atinge 1% de lucro líquido. Isso maximiza o retorno por operação e reduz o custo médio das posições remanescentes.
Ao vender, o valor resgatado retorna imediatamente ao CDI, passando a gerar juro composto até a próxima entrada. A mão fica disponível para o próximo gatilho. O capital rende CDI o tempo inteiro — dentro ou fora da operação.
A estratégia elimina a subjetividade com critérios definidos antes de iniciar qualquer investimento.
Aplicar uma nova "mão" a cada queda de 3% a 7% no preço do ETF em relação ao último ponto de entrada.
↓ 3–7%Realizar o lucro e vender a mão assim que ela atingir 1% de retorno líquido. Simples, objetivo e inegociável.
↑ 1% líq.Selecione um período histórico e veja como a Alocação Dinâmica se comportou frente ao Ibovespa e ao CDI — com dados reais, não projeções.
Base 100 no início do período · Track record desenvolvido em mesa institucional · 2014–2024